

O jogo físico eterno: a grande ilusão
Possuir o disco garante que poderá jogar para sempre? Nem sempre. Em suporte físico, o exemplar é seu e a sua revenda é um direito; em desmaterializado, tem apenas um direito de acesso. Mas assim que um jogo depende de uma conta, de uma validação ou de servidores, o suporte deixa de proteger. A verdadeira questão é o direito, não o suporte.

Porque o PlayRite.eu se torna GamerRights.eu
Novo nome, mesma missão. «PlayRite» prestava-se a confusão; agora chamamo-nos GamerRights.eu, para dizer claramente aquilo que defendemos: os seus direitos de jogador.

PlayStation acaba com a produção de discos em 2028: o fim de uma era?
A 1 de julho de 2026, a PlayStation anunciou o fim da produção de discos para os seus novos jogos a partir de janeiro de 2028. O que muda, o que não muda, e por que a verdadeira questão não é o disco, mas sim os seus direitos.

O que é um CLUF? O contrato que assina sem nunca o ler
«Comprar» um jogo é, antes de mais, aceitar um contrato. O CLUF (Contrato de Licença de Utilizador Final) é o mesmo para todos os jogos de uma editora, pode mudar depois da sua «assinatura», e quase ninguém o lê. Explicações.
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Porque as petições não vão salvar os seus videojogos
As petições exprimem indignação, mas sozinhas não constroem uma relação de forças. Defender os direitos dos jogadores exige uma comunidade ativa, uma estratégia jurídica e pressão política organizada.

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«A Europa nada pode fazer contra o fim do disco»: o que diz realmente o direito
Interpelada após o anúncio da PlayStation, a Comissão Europeia responde que não pode opor-se ao fim do disco. Juridicamente exato, mas incompleto: a ação coletiva «Fair PlayStation» nos Países Baixos (457 milhões de dólares) e uma queixa antimonopólio no México testam uma alavanca totalmente diferente, o direito da concorrência.

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« 6 garantias para desmaterializar os nossos direitos »: a tribuna da GamerGen
Após o anúncio da Sony sobre o fim do disco, Eric de Brocart, fundador da GamerGen, publica uma tribuna que apela ao enquadramento do tudo-digital através de seis garantias concretas. Uma convergência bem-vinda com o combate dos jogadores.

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Stop Destroying Videogames: a resposta da Comissão Europeia, e por que a luta continua
Em 16 de junho de 2026, a Comissão Europeia respondeu à iniciativa cidadã «Stop Destroying Videogames» e às suas 1,29 milhões de assinaturas: nenhuma nova lei por enquanto. Análise desta decisão e das alavancas que restam.

Revenda de jogos dematerializados em França: leis, contradições e vias de recurso
O Tribunal de Cassação proibiu definitivamente a revenda de jogos de vídeo dematerializados em 23 de outubro de 2024. Por que motivo o físico continua revendável e não o digital, e quais são as vias para fazer evoluir este direito.